Tratamento de juntas para forro de drywall

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Tratamento de juntas para forro de drywall

O nivelamento e tratamento de juntas requerem atenção na etapa de montagem de forros de Drywall. Fique atento!

O Drywall não só tem sido muito utilizado para a montagem de parece, mas também para a montagem de forros, principalmente em escritórios e obras comerciais. Tornando as obras mais rápidas e limpas. As vantagens na utilização deste sistema são a possibilidade o desempenho acústico e a possibilidade de embutir instalações.

O forro estruturado de Drywall é feito por meio do aparafusamento de chapas de Drywall em estruturas de aço galvanizado, onde a estrutura é suspensa por pendurais, em geral, compostos que utilizam tirantes para fixa-los a laje superior e a um suporte nivelador. Outros tipos de pendurais também podem utilizados para esta montagem, tais como os compostos de perfis ou fitas metálicas. Já o perímetro do forro pode ser executado com cantoneira, no caso de forro estanque, ou tabica, no caso de forro dilatado.

Outras características deste sistema que o tornam um sucesso é a possibilidade de criar elementos decorativos como a sanca, elementos curvos, detalhes rebaixo para composição de volume de teto e a instalação de iluminação embutida.

Procedimentos para desenvolvimento de projeto e execução

Antes de iniciar a fixação das placas elas devem ser cortadas nas medidas especificadas no projeto de forro, no qual também devem constar as tirantes, tabicas e reguladores, além da distância entre eles.

De acordo com a NBR 15.578-2, a instalação somente deverá ocorrer após a verificação dos seguintes itens:

  1. Compatibilidade os outros projetos que compõem a obra (estrutura, vedações, instalações hidráulico- sanitárias, instalações elétricas, de comunicação e de dados, sistema de ar-condicionado, sprinklers, luminotécnica etc.).
  2. Proteção das aberturas da obra para impedir a entrada de chuva e umidade.
  3. As vedações internas e externas que não fazem parte do sistema drywall devem estar acabadas.
  4. Os elementos construtivos próximos ao forro de gesso acartonado deverão estar acabados.
  5. Todas as saídas das instalações hidráulicas, elétricas, de ar-condicionado, sprinklers etc. devem estar posicionadas de acordo com o projeto.
  6. A estrutura suportedeve ser dimensionada para suportar o peso do forro de gesso acartonado.

O forro de Drywall deve ser dimensionado para suportar seu próprio peso, sobrecargas, como uma simples luminária, deve ser fixada com uma estrutura própria. A fixação de cargas no forro deve ser provisionadano projeto e sempre respeitando os limites de segurança, considerando um coeficiente de segurança igual a três para a carga de uso em relação à carga de ruptura e um deslocamento máximo de 1/300 do vão para limitar a carga de uso, ou até 1/600 considerando a dimensão do forro e o aspecto estético requerido.

Abaixo está uma lista dos principais aspectos a serem observados no projeto de forros de drywall:

  • Tipo de placa e perfis a serem utilizados.
  • Utilizar apenasplacas que atendam as normas brasileiras ABNT NBR 14.715, NBR 14.717, assim como os perfis devem atender a NBR 15.217.
  • Deve ser determinado o tipo de fixação e as condições do suporte de fixação do forro de acordo com o tipo da laje, tipo de telhado, tipo de estrutura etc.
  • O projeto deve prever o perfeito espaçamento entre os perfis de estruturação do forro. Assim como prever e dimensionar as juntas de dilatação caso sejam necessárias em função dos vãos dos ambientes de acordo com as tabelas constantes nas normas técnicas da ABNT.
  • Por fim, o profissional precisa observar as restrições de uso do sistema.

Metodologia de Aceitação dos Suportes Nivelados

Características

Critérios

Amostragem

Nº de Corpos de Prova

Máximo de Corpos de Prova Não Conformes

Massa de zinco no tirante Média ? 110 g/m² 15 unidades de cada 3 unidades de cada 0
Massa de zinco do suporte nivelador (canaletas C e ômega) da junção H e do Conector Z 275 a* 0
Resistência à tração do pendural 1,0 kN 0
Resistência à tração no conjunto pendural + perfil 0

*“a” Massa mínima de revestimento de 275 g/m² – total nas duas faces
Fonte: Extraído de ABNT NBR 15.758-2:2009.

Resistência Mecânica do Forro Estruturado com Ômega ou C

Tipo de Forro

Peso kg/m²

Qnt de Chapas

Tipo de Estrutura

Espaçamento Máximo da Estrutura (mm)

Espaçamento dos Pendurais

Estruturado 12 1 chapa de 12,5 mm Canaleta C 600 1.200
Canaleta Ômega 1.000
22 2 chapas de 12,5 mm Canaleta C 400 1.200
Canaleta Ômega 1.000

Forro Estruturado com Montantes e uma Chapa de Gesso de 12,5 mm

Perfil

Montantes Simples Distância entre Suportes Niveladores

Montantes Dupla Distância entre Suportes Niveladores

Espaçamento entre Montantes

Espaçamento entre Montantes

600 mm

400 mm

600 mm

400 mm

M 48 2,00 2,25 2,20 2,65
M 70 2,30 2,80 2,70 3,30
M 90 2,70 3,20 3,10 3,80

Fonte: Associação Drywall

Montagem

O gerente técnico da Assossiação Drywall, Carlos Roberto de Lucca, explica que a fiscalização dos serviços relacionados à instalação de forro estruturado de drywall deve se basear nos procedimentos descritos na ABNT NBR 15.758:2009 – Sistemas Construtivos em Drywall – Projeto e Procedimentos Executivos para Montagem.

O texto NBR 15.578-2 descreve de forma clara os procedimento executivos para montagem dos sistemas e os critérios quem os contratantes devem adotar para o recebimento de forros prontos (não removíveis). Confira abaixo:

1) forros com irregularidades gerais inferiores a 5 mm em relação a uma régua de 2 m de comprimento;

2) irregularidades localizadas inferiores a 1 mm em relação a uma régua de 20 cm de comprimento.

Assim como ocorrem na montagem do sistema em paredes, o tratamento das juntas merecem toda a atenção. As chapas devem ser adequadamente fixadas e os parafusos devem facear o cartão, evitando saliências, para que posteriormente receba o tratamento. Nas juntas entre o forro Drywall e a parede Drywall, indica-se o uso adequado de fita de papel microperfurada e massa para juntas. Dependendo da forma executiva, caso haja folga entre a parede e o forro, sem o emprego de tabica, molduras decorativas podem ser fixadas no forro ou na parede. Em forros estruturados, as juntas de movimentação devem ser executadas a cada 15 m, no máximo, em ambos os sentidos.

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Tratamento de juntas em Drywall

Atenção é a palavra chave no que se refere ao tratamento de juntas em Drywall, seja na instalação de paredes, tetos ou revestimentos, a atenção ao tratamento de juntas é o que assegura a qualidade do trabalho. O uso de materiais indicados em cada etapa e  os procedimentos adotados são aspectos fundamentais para o sucesso na montagem das placas de drywall e no tratamento adequado das juntas. Para o tratamento de juntas em Drywall serão necessários produtos como:

  • Massas para juntas: são específicas para o tratamento das juntas entre as placas ou entre as placas e o suporte ou das cabeças dos parafusos;
  • Fitas para juntas: junto com a massa para juntas, a fita irá proporcionar resistência e a elasticidade para que o acabamento se mantenha estável, evitando assimfissuras e trincas. São produzidas em papel microporoso e microperfurado.

Segundo a Associação Drywall, os procedimentos devem ser realizados da seguinte maneira:

  1. Aplique uma primeira camada de massa para juntas sobre a região.
  2. Marque o eixo da junta com o auxilio de uma espátula metálica.
  3. Coloque a fita de papel microperfurado ou microporospo sobre o eixo da junta.
  4. Com uma espátula, pressione com firmemente a fita para eliminar o excesso de massa evitando bolhas de ar, vazios e enrugamento.
  5. Cubra com uma camada fina de massa para que a fita não se desprenda.
  6. Para que se obtenha a secagem completa desta primeira demão é necessário aguardar pelo menos 24 horas. Este período varia de acordo com as condições de umidade.
  7. Depois de seca a deve-se aplicar mais uma demão de massa já que as juntas perdem água e acabam retraindo. Aguarde mais 24 horas para que a segunda demão seque.
  8. O passo seguinte é lixar a superfície da junta, deixando-a no mesmo nível da chapa.
  9. Observe atentamente se há alguma imperfeição no tratamento das juntas caso haja, deve-se aplicar outra demão de massa.
  10. Antes da pintura, a região das juntas e dos parafusos deverá ser lixada com lixa envolta em taco de madeira ou outro elemento de base plana, eliminando rebarbas e ondulações.
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Conheça os componentes do sistema Drywall e suas aplicações

Convencionalmente, o sistema Drywall é formado pelos seguintes itens: chapas, perfis de aço, massas e itens de fixação. Aqui explicaremos cada um dos componentes que, a cada dia, ganha mais adeptos.

 

Chapas

Produzidas través de um processo de laminação contínua de uma mistura de gesso, água e aditivos entre duas lâminas de cartão, onde uma é virada nas bordas longitudinais e colada sobre a outra. Elas devem seguir os padrões e características apontadas nas Normas ABNT: NBR 14715:2001, NBR 14716:2001 e NBR 14717:2001.

processo de produção das chapas de Drywall

Click e confira o processo de produção das chapas de Drywall  

Tipos de Chapas

  • Standard (ST) ou Chapa Branca: Para áreas secas;
  • Resistente à Umidade (RU) ou Chapa Verde: Para aplicação em áreas sujeitas à umidade por tempo limitado de forma intermitente; e
  • Resistente ao Fogo (RF) ou Chapa Rosa: Para aplicação em áreas secas necessitando de um maior desempenho em relação ao fogo.

 

Tipo_bordas

Tipos de Bordas

Estocagem, Transporte e Manuseio

  • Os pallets das placas deverão ser transportados com cantoneiras de proteção nos pontos em contato com cordas e fitas de amarração utilizadas para a descarga e movimentação do produto;
  • Os apoios de empilhamento das chapas devem ter no mínimo 5 cm de largura espaçados a aproximadamente 40 cm e o comprimento deve ser igual a largura da mesma;
  • Manter sempre o alinhamento dos apoios ao empilhar vários pallets;
  • A fita lateral deve ser retirada no momento da aplicação das chapas;
  • O transporte manual das chapas deve na posição vertical; e
  • Nos locais potencialmente sujeitos à umidade, as chapas deverão ser protegidas com uma lona plástica.

 

Perfis de aço

Fabricados mediante um processo de conformação contínua a frio, por sequência de rolos a partir de chapas de aço revestidas com zinco pelo processo continuo de zincagem por imersão a quente. Para sua fabricação, as chapas de aço devem ter no mínimo 0,5mm e ser revestida por zinco Z 275, conforme NBR 7008:2003 (massa mínima de revestimento de 275 g/m² – ensaio triplo – total nas duas faces).

Tipos de Perfis

Clique e confira os tipos de perfis

Estocagem, Transporte e Manuseio

  • Os perfis devem ser mantidos preferencialmente amarrados e alinhados.
  • Evitar balanços ou distorções que possam causar amassamento ou torções nos perfis.
  • Perfis menores sempre apoiados sobre perfis maiores.

 

Massas

São massas específicas para o acabamento das juntas entre chapas de gesso. Devem ser utilizadas juntamente com fitas apropriadas. A utilização das massas e fitas de rejunte assegura o acabamento sem trincas.

Observação: Em nenhuma hipótese deve-se utilizar gesso em pó ou massa corrida de pintura para a execução das juntas.

Tipos de massas

Clique e confira os tipos de massas

Estocagem, Transporte e Manuseio

  • Massas em pó: estocar os sacos em local seco, afastados do piso, preferencialmente sobre estrados e em pilhas com no máximo 20 sacos intercalados para assegurar sua estabilidade.
  • Massas prontas: estocar os baldes em local seco e em pilhas de no máximo três baldes.

 

Fitas

São fitas componentes utilizados para o acabamento e para melhorar o desempenho dos sistemas drywall.

Observação: Não utilizar a fita telada para tratamento de juntas entre chapas de gesso.

 

Tipos de fitas

Tipos de fitas

Clique e confira os tipos de fitas

 

Fixação

São peças utilizadas para fixar os componentes dos sistemas drywall entre si ou para fixar os perfis metálicos nos elementos construtivos (lajes, vigas, pilares, etc.).

A fixação dos perfis metálicos nos elementos construtivos pode ser realizada com as seguintes peças:

  • Buchas plásticas e parafusos com diâmetro mínimo de 6 mm
  • Rebites metálicos com diâmetro mínimo de 4 mm
  • Fixações à base de ‘tiros’ com pistolas específicas para essa finalidade.

 

As fixações dos componentes dos sistemas drywall entre si se dividem basicamente em dois tipos:

  • Fixação dos perfis metálicos entre si (metal/metal)
  • Fixação das chapas de gesso sobre os perfis metálicos (chapa/metal)

 

A cabeça do parafuso define o tipo de material a ser fixado e sua ponta a espessura da chapa metálica a ser perfurada.

Tipos de parafusos

Clique e confira os tipos de parafusos

 

 

 

Acessórios

São peças indispensáveis para a montagem dos sistemas drywall. Normalmente são utilizadas para a sustentação mecânica dos sistemas.

Para acessórios em aço zincado, estes deverão ter, no mínimo, revestimento zincado Z 275, conforme NBR 7008:2003 (massa mínima de revestimento de 275 g/m² – ensaio triplo – total nas duas faces)

Os acessórios fabricados com outros materiais deverão ter uma proteção contra a corrosão, no mínimo equivalente aos de aço zincado

Acessórios

Clique e confira os acessórios

 

Observação: outras peças ou variantes das peças existentes podem ser criadas para as mesmas utilizações desde que aprovadas pelos fabricantes de chapas de gesso.

Fonte: Associação Brasileira do Drywall

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Como garantir o desempenho máximo do sistema Drywall

Para que as paredes de Drywall atinjam o máximo de desempenho é necessário que seja desenvolvido um projeto adequado com especificação dos componentes corretos e inclusão de todos os detalhes necessários à montagem. Além disso, é necessário adquiri produtos que estejam em conformidade com as normas e requisitos de qualidade, e também a contratação de mão de obra especializada.

Já comentamos algumas vezes que de acordo com as indicações da Associação Brasileira do Drywall, as paredes devem ser compostas por uma estrutura de perfis de aço galvanizado – com larguras de 48 mm, 70 mm e 90 mm – onde são parafusadas chapas de gesso acartonadas de 1,20 m de largura e comprimento que varia entre 1,80 e mais de 3 m.

Existem três tipos de chapas: Standard, que tem uso mais variado e é a mais utilizada no mercado brasileiro; RU (resistente à umidade), indicada para áreas molhadas; e RF (resistente a fogo) que é ideal para áreas que requerem maior proteção em caso de incêndio. Estas duas primeiras, em geral, tem espessura de 12,5 mm e a RF tem espessura de 15 mm.

Depois de pronta a estrutura, esta na hora de fazer o tratamento de juntas utilizando a fita telada ou a fita de papel microperfurada e massa própria para esta finalidade. Não é recomendado o uso de gesso puro, pois, depois de seco ele pode trincar. As cabeças dos parafusos também devem ser recobertas com a massa. Após o período de secagem da massa, lixa-se o local para retirar qualquer imperfeição e esta pronta para receber o acabamento de sua preferência. Clique e veja o passo a passo completo para realizar o tratamento de juntas.

O desempenho das paredes é definido de acordo com a sua configuração. Isto inclui o espaçamento entre os perfis, largura dos perfis, perfis simples ou duplos, tipo de chapa, número de chapas, etc. São diversas variações que podem ser feitas para atender as necessidades de cada ambiente e principalmente atendendo as exigências de resistência mecânica, conforto acústico e comportamento ao fogo definidos na Norma de Desempenho NBR 15.575:2013. Já a montagem deste sistema deve ser executada por profissionais capacitados e credenciados pelas empresas fabricantes, esta é a única forma de certificar-se que as normas serão cumpridas adequadamente.

Ao realizar contratar uma empresa, é importante verificar se esta dispõe de mão de obra qualificada, um equívoco que ocorre com certa frequência é achar que um gesseiro está apto a trabalhar com Drywall, entretanto as habilidades e conhecimentos necessários para uma atividade e para outra são diferentes.

Em suma, para garantir o desempenho do sistema de Drywall se devem observar dois aspectos: a especificação e a instalação. A especificação deve atender todos e quaisquer requisitos estabelecidos pelas normas de desempenho e de Drywall. Já a instalação deve ser realizada por empresas e por mão de obra qualificada. Apenas desta forma é possível garantir e assegurar a qualidade do serviço.

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Aprenda a fazer reparo em paredes Drywall

Realizar reparos em paredes de Drywall é fácil e rápido. Confira algumas dicas de como realizar esta manutenção.

Buracos com até 5 cm

O primeiro passo é realizar a limpeza do local, para isso apare as boras soltas com o auxilio de um estilete e coloque os pedaços que ainda estão pendurados de volta em seu lugar. Após a limpeza, com o auxilio de uma desempenadeira larga, aplique generosamente a massa de rejunte, de forma que ela não encolha. Alise a massa posicionando a lâmina da desempenadeira a 30° da parede, puxando a lâmina em sua direção com um movimento firme e suave. Limpe a lâmina e repita a operação até que a superfície fique lisa.

Para buracos que necessitem de várias camadas de massa, faça várias camadas finas, para impedir a formação de bolhas e fissuras, sempre respeitando o tempo de secagem do produto entre as demãos. Depois de seco, retire qualquer bolha grande ou bordas com uma desempenadeira e depois lixe com uma lixa suave para Drywall.

Aplique uma camada bem fina de massa para fazer o acabamento em furos e rachaduras, raspando com a desempenadeira retirando todo o resíduo. Repita o quanto for necessário. Finalize com o acabamento de sua preferência.

 

Buracos de 7 a 10 cm

Use um lápis e um esquadro de carpinteiro para desenhar um quadrado ou retângulo Trace um contorno na área danificada usando um esquadro de carpinteiro. Use um lápis para desenhar um quadrado ou retângulo no Drywall em torno do buraco.

Com um serrote de ponta corte o retângulo demarcado. Corte o remendo na mesma medida do buraco, ela deverá encaixar-se perfeitamente. Cubra o remendo com massa, alisando com uma desempenadeira e deixe secar. Após a secagem, alise com um a lixa lisa e retire a poeira com um pano úmido. Se necessário repita estes procedimentos. Finalize com o acabamento de sua preferência.

 

Buracos Grandes

Use um lápis e um esquadro de carpinteiro para desenhar um quadrado ou retângulo Trace um contorno na área danificada usando um esquadro de carpinteiro. Use um lápis para desenhar um quadrado ou retângulo no Drywall em torno do buraco.

Corte ripas de Drywall ou compensado de madeira 10 cm maior do que o tamanho do vão que deverão ser utilizados como suporte para o novo gesso. Elas deverão ser fixadas com parafusos de Drywall de 1-1/4 polegadas na parte de trás do buraco a 4 cm da margem. Corte um pedaço de placa de Drywall nas mesmas dimensões do buraco feito na parede fixando-a nas ripas de suporte. Faça o tratamento das juntas, certificando-se que a fita cobrirá todos os parafusos. Finalize com o acabamento de sua preferência.