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Vantagens e aplicações do Sistema Drywall

Por Marketing Artesana

São muitas as vantagens oferecidas pelo drywall, use sempre os serviços de um profissional especializado para obter os melhores resultados, nos podemos indicar um profissional para lhe realizar a instalação.

  • Rapidez e limpeza na montagem – Uma parede, um forro ou um revestimento em drywall é executado com muita rapidez e gera muito pouco entulho. Por exemplo, a montagem de uma parede divisória para a criação de um novo ambiente em uma casa ou apartamento demora apenas 24 a 48 horas. Nesse prazo, a parede estará pronta, com porta, tomadas e interruptores instalados, pronta para receber a pintura final.
    Reformas fáceis – Em razão da rapidez e da limpeza na montagem dos sistemas drywall, reformar um imóvel ficou muito mais simples. E os sistemas drywall permitem soluções criativas, como uso de curvas, recortes para iluminação embutida e muito mais.

 

  • Manutenção e reparos – A mesma vantagem de rapidez e limpeza está presente na hora de se consertar um vazamento de água, por exemplo. Nesse caso, basta fazer com um serrote de ponta um pequeno recorte na chapa da parede, suficiente para permitir o conserto do encanamento, e depois fechar a parede com o mesmo pedaço de chapa. Um profissional especializado executa esse tipo de serviço em apenas um dia, sem o tradicional quebra-quebra das paredes comuns de tijolos ou blocos.

 

  • Precisão e qualidade de acabamento – Os sistemas drywall são precisos nas suas medidas e proporcionam uma qualidade de acabamento superficial única, perfeitamente lisa. Além disso, os sistemas drywall aceitam qualquer tipo de acabamento: pintura, textura, azulejos, pastilhas, mármore, granito, papel de parede, lambris de madeira, etc.

 

  • Isolamento de ruídos – Os sistemas drywall isolam melhor os sons e contribuem para tornar os ambientes mais confortáveis no que se refere à transmissão de ruídos.

 

  • Ganho de área útil – Como as paredes drywall são mais estreitas do que as de blocos ou tijolos, há um ganho na área útil. Esse ganho é de 5% aproximadamente. Por exemplo: em um apartamento de 100 m2, o ganho será de 5 m2, equivalente a 10 metros frontais de armários embutidos.

Aqui na Artesana você encontra toda a linha de sistema de parede de Drywall da Placo, confira a seguir:

Placa branca (ST) 
Indicada para aplicação em paredes forros e revestimentos em áreas secas como: corredores, salas de estar, dormitórios e etc.

Placa rosa (RF) 
Placa resistente ao fogo, aplicação semelhante á placa ST , porém com maior resistência ao fogo, podendo ser aplicada em áreas como saídas de emergência, escadas enclausuradas, CPD’s e etc.

Placa verde (RU)
Indicada para áreas úmidas, como: banheiros, lavabos, cozinhas e etc.
Não indicada para aplicação em áreas de saunas e piscinas.

 

Quer saber mais sobre este produto? Confira os artigos:

Vamos aprender sobre desempenho acústico em sistemas drywall?

Conheça os componentes do sistema Drywall e suas aplicações

Como garantir o desempenho máximo do sistema Drywall

 

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Dica Artesana: Como comprar equipamentos de proteção individual

Por Camila Marques

Sabemos que em uma obra podem existir vários tipos de produtos para proteção do trabalhador, que vão de simples capacetes, a cintos e vestuário especifico. Só de luvas há nove tipologias citadas na NR-6, que é a norma técnica que define os equipamentos de proteção individual. O engenheiro de segurança do trabalho deve verificar se as características técnicas e o uso a que o EPI se destina são adequados ao grau de exposição da atividade aos indivíduos que irão utilizá- los e ao meio ambiente.

O produto deve possuir número do CA (Certificado de Aprovação) gravado, e o fabricante, Cartão de Registro atualizado e emitido pelo Ministério do Trabalho e Emprego.

Confira abaixo alguns equipamentos de proteção individual mais utilizados e como comprá-los.

Proteção da cabeça e do Sistema Respiratório:

Capacete

Quem usa?
Todos os trabalhadores da obra e visitantes.

Para que serve?
Para proteção da cabeça contra impacto de queda de materiais e ferramentas.

Como escolher?
O capacete deve ser do tipo meia-aba, com alça de ajuste. Os fabricantes oferecem capacetes em tamanho único. Daí a importância da regulagem ser fácil. Os capacetes podem ser de classe A (quando não se aplicam a trabalhos com energia elétrica) e classe B (quando se aplicam a trabalhos com energia elétrica).
Dicas de uso
» Ajuste-o bem à cabeça para não sentir dores
» Nunca guarde objetos entre a suspensão do capacete e o casco
» Quando necessário, os capacetes devem acoplar protetor facial (foto).

» Nunca guarde objetos entre a suspensão do capacete e o casco
» Quando necessário, os capacetes devem acoplar protetor facial.

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Óculos de proteção

Quem usa?
Trabalhadores sujeitos a contato com estilhaços, sólidos em suspensão e poeiras.
Para que servem?
Para proteger os olhos do trabalhador.
Como escolher?
Os óculos são especificados de acordo com o tipo de risco e protegem contra impacto de materiais sólidos perfurantes, poeiras, materiais químicos, radiação e serviços de solda. Há dois modelos de óculos de segurança mais comuns para construção: óculos contra impactos e óculos panorâmicos. Os melhores produtos são aqueles com lentes antiembaçantes e armação que pode ser dobrada nas laterais, tornando fáceis de serem guardados no bolso. Todas as lentes especiais devem ter a marcação “S”. No caso de lentes fotocromáticas a marcação “V” é obrigatória.
Dicas de uso
» Para funcionar direito, é fundamental que os óculos estejam bem adaptados ao rosto do trabalhador.

Máscaras e filtros

Quem usa?
Todos os trabalhadores em atividades que envolvam poeiras e materiais que soltem partículas finas, como por exemplo na manipulação de lã de vidro.
Para que servem?
Para evitar a inalação de vapores orgânicos, névoas ou finas partículas tóxicas pelas vias respiratórias.
Como escolher?
A escolha varia de acordo com o tipo de material ao qual o trabalhador estará exposto. Os mais comuns são:
1) máscaras descartáveis para proteção respiratória contra poeiras inertes (foto);
2) máscara descartável contra poeiras incômodas;
3) máscara semifacial com respirador, para contato com produtos químicos, gases e poeira;
4) filtros para proteção contra poeiras químicas finíssimas.

Dicas de uso
» Contra poeiras incômodas recomenda- se o uso da máscara descartável
» Os respiradores podem ser semifaciais (abrangem nariz e boca) ou faciais (nariz, boca e olhos)
» É importante que antes do uso de qualquer tipo de respirador o usuário realize um teste de ajuste de vedação, para evitar falha na selagem
» Máscaras descartáveis, como o próprio nome indica, devem ser descartadas após o uso

Protetores auditivos

Quem usa?
Todos aqueles que trabalham em ambientes onde os ruídos estão acima dos limites de tolerância, ou seja, 85 dB.
Para que servem?
Para evitar que barulhos excessivos prejudiquem o funcionamento dos ouvidos e levem a perdas auditivas.
Como escolher?
Há basicamente dois tipos de protetores auditivos: mais durável (e caro) e o do tipo concha (abafador de ruído) que dispõe de duas conchas almofadadas e um arco flexível, que permite rotação de 360º em torno da cabeça; já o protetor tipo plug, fabricado com espuma, copolímero ou silicone, é bastante utilizado, inserido no ouvido (foto).

Aventais

Quem usa? 
Trabalhadores em atividades que envolvam a manipulação de produtos químicos e abrasivos, cortes, soldagem e armação.
Para que servem?
Para proteger o tórax, o abdômen e parte dos membros inferiores.
Como escolher?
Os aventais podem ser de raspa de couro ou de PVC. Os primeiros são indicados para proteção contra agentes cortantes ou escoriantes. Já os aventais de PVC são apropriados para proteção contra produtos químicos e derivados de petróleo.
Dicas de uso
» Em serviços de soldagem, é importante que o braço e as pernas do usuário estejam protegidos. Caso o avental não tenha mangas, é necessária a utilização também do mangote de raspa para proteção do braço
Coletes refletivos
Quem usa?
Vigias, operadores de empilhadeiras e de gruas.
Para que servem?
Para permitir fácil visualização do trabalhador, sobretudo em operações críticas e que elevam o risco de atropelamentos.
Como escolher?
Podem ser de vários tipos, desde aqueles formados por faixas de tecido com pintura fosforescente (tipo X), até os modelos semelhantes a um blusão. São fornecidos em tamanho único e têm fechamento por velcro.

 

Luvas de proteção

Quem usa?
Todos os trabalhadores, dependendo da atividade em execução.

Para que servem?
Para proteção das mãos, uma das partes do corpo com maior risco de exposição.

Como escolher?

Os principais modelos utilizados na construção civil são:

  • Luvas de látex – oferecem proteção contra agentes que causem ferimentos e em trabalhos com produtos químicos, como ácidos, cimento e diesel
  • Luvas de raspa de couro – utilizada por todos os trabalhadores quando transportam materiais e executam serviços que podem causar ferimentos
  • Luvas de raspa com punho de 7,15 cm e 20 cm – para executar serviços de soldagem e/ou corte a quente, carregamento manual e sempre quando houver riscos de corte e lacerações ao usuário. Indicadas para carpinteiros Luvas de PVC de 1,5 cm, sem forro e punho 7 cm – têm pouca espessura, para permitir bom tato e maleabilidade. Protege o trabalhador durante a preparação de tintas e manipulação de produtos químicos, como cimento e cal. Assim como as luvas de látex, são indicadas para azulejistas, pintores e encanadores, por exemplo

Dicas de uso
» Veja se o tamanho é ideal para a sua mão, utilizando as tabelas existentes na embalagem
» Não use luvas rasgadas ou furadas

Calçados de segurança

Quem usa?
Todos os trabalhadores, de acordo com o tipo de atividade executada.

Para que servem?
Para proteger os pés contra riscos de origem mecânica, térmica, de perfurações etc.

Como escolher?
Confeccionados em couro, os calçados de segurança podem ser do tipo bota, botina ou tênis (com cadarço). Distinguem- se principalmente entre aqueles com biqueira (de aço ou polipropileno e aqueles sem biqueira (indicados para uso por eletricistas). O solado pode ser de borracha, poliuretano ou látex, porém, deve ser antiderrapante.

Dicas de uso
» O ajuste perfeito é fundamental para o conforto do trabalhador. Portanto, nada de tentar utilizar um número diferente do real!

Cinturão de segurança tipo paraquedista

Quem usa? 
Todos os trabalhadores durante a execução de serviços em mais de 2 m de altura.

Para que servem? 
Protege o trabalhador contra quedas, que muitas vezes podem ser fatais.

Como escolher?
Confeccionados em couro ou náilon, esses cintos possuem argolas que se engancham em um cabo preso à estrutura da construção. Esse EPI deve proporcionar ao mesmo tempo leveza e alta resistência em situações que incluem detenção de queda, posicionamento no trabalho, subida e descida em escadas, salvamento/ resgate, entre outras. É importante que o fabricante desse equipamento forneça manual de utilização em português.

Dicas de uso
» O cinto de segurança deve ser dotado de dispositivo trava-quedas e estar ligado ao cabo de segurança independente da estrutura do andaime
» Os cintos têm resistência aprovada para um limite de peso. Embora esse teto seja normalmente alto, é bom ficar de olho para respeitar essa condição.

Acesse o nosso site e fique por dentro dos equipamentos de Proteção Individual que nos temos:

http://www.artesana.com.br/equipamentos/epi

 

Quer saber mais sobre equipamentos de proteção? Confira outros artigos em nosso blog:

  • Como minimizar desconfortos causados por EPIs

http://migre.me/sDduM

  • Ministério do Trabalho e Emprego atualiza normas técnicas aplicáveis a EPIs

http://migre.me/sDdwF

 

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Fonte: Equipe da obra
Reportagem: Juliana Nakamura
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30 anos de história ARTESANA

Por Camila Marques

Fundada em setembro de 1985, a ARTESANA é reconhecida – hoje – pela qualidade, competitividade, e excelência em prestação de serviços e distribuição de divisórias, forros, pisos, revestimentos, paredes drywall, acústica e seus acessórios para clientes de todo o País.

Inicio Artesana

Princípios básicos de sua atuação no ramo de construção seca: respeito e a dedicação aos seus clientes, parceiros e colaboradores. Com isso, busca atingir seus objetivos de negócio, manter um crescimento sustentado e uma filosofia apoiada na qualidade de seus profissionais, materiais, tecnologia e serviços.

A empresa ocupa hoje uma área de aproximadamente de 7.000m² destinada ao estoque de produtos e escritório administrativo. Com essa base operacional, a empresa atende todo o território nacional, exercendo um exímio trabalho no ramo de construção seco. Sendo assim, umas das empresas líderes de mercado.

Nova Equipe Artesana

E para comemorar os 30 anos de muito sucesso do grupo ARTESANA, no dia 19/11/2015 promovemos um evento repleto de atrações e muita diversão para os nossos artesanos, com direito a entrevistas, memorial ARTESANA, vídeo de retrospectiva e para finalizar a presença da Banda M7.

Evento 30 anos grupo Artesana

TEASER EVENTO 30 ANOS DE ARTESANA 

O ano de 2015 foi muito importante para o grupo ARTESANA, tanto pelo crescimento nas vendas como também pela comemoração aos 30 anos do grupo.

Confiram o vídeo de retrospectiva dos 30 anos do grupo ARTESANA.

ENTREVISTAS: 30 ANOS DO GRUPO ARTESANA 

 

 

 

 

 

 

 

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Dica: Feira Expo Arquitetura Sustentável

Por Camila Marques

O mercado de construção sustentável vem crescendo e se desenvolvendo com muita rapidez no Brasil e no mundo. Cada vez mais empresas estão trilhando o rumo da ecoeficiência, uma vez que o ramo da construção civil é um dos mais importantes para a consolidação dos conceitos de sustentabilidade na sociedade.

Em sua 2ª edição, a Expo Arquitetura Sustentável é o evento mais democrático do setor da construção sustentável no Brasil, que reúne todos os modelos e normas de certificações do mercado, integrando toda a cadeia industrial com os arquitetos, construtores e incorporadores, apresentando inovações, tecnologias, conceitos e soluções de sustentabilidade para eficiência na construção de residências, escritórios e indústrias.

Todos os modelos e normas de certificações reconhecidas internacionalmente terão oportunidade de exposição: A3P; AQUA; BH Sustentável; BREEAM; FSC; HQE; LEED; Selo Casa Azul; Selo RGMAT; SKArating, entre outros.

 

Data: 10 – 12 Novembro | 2015
Horários:
Exposição > 11h às 20h
Conferência > 9h às 18h
Local: Expo Center Norte, São Paulo/SP – Brasil

 

O evento é destinados para Engenheiros, Arquitetos e entre ou profissionais da construção ao visitar o evento, você ficará por dentro das novidades, tendências e soluções para o setor da construção sustentável se encontram. Além de relacionamento e ótimas oportunidades de negócios com grandes marcas nacionais e internacionais.

Fique atendo ao conteúdo de palestrantes e debates na Conferência e Ilha do Conhecimento.
Para mais informações acesse o site:

http://www.expoarquiteturasustentavel.com.br/

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A importância de um Contrapiso bem feito: como identificar?

Por Marketing Artesana

A instalação de pisos vinilicos ou de cerâmica requer muito cuidado na preparação do contrapiso, atualmente as obras requerem grande velocidade e perfeição na sua execução. Há necessidade de várias atividades simultâneas, muitas vezes com dependência entre elas.Para exemplificar, é impossível colocar um acabamento de piso sem que a laje esteja pronta e regularizada com o contrapiso. Este artigo é para demostrar a importância do contrapiso não só para colocação dos pisos vinílicos mas também para assentar cerâmicas e acabamentos à base de madeira e outras fibras, como os carpetes.

Quando o projeto esta em andamento onde definimos cor e tipo de acabamento, muita gente esquece da importância do contrapiso, que é a base para aplicação dos revestimentos.

O contrapiso tem diversas funções dentro do sistema construtivo, dentre as mais importantes, destacam-se:

  • Servir de suporte para o revestimento de piso e seus componentes,
  • Corrigir pequenos desníveis na laje do piso,
  • Resistir às cargas atuantes durante a utilização, sem apresentar rupturas,
  • Embutir tubulações elétricas e hidráulicas,
  • Incorporar sistemas de impermeabilização,
  • Complementar sistemas de isolamento acústico ou térmico,
  • Proporcionar os caimentos necessários para os diversos tipos de uso dos ambientes,

Como deve ser o aspecto de um contrapiso bem feito?

O bom desempenho do contrapíso está diretamente relacionado à algumas características e propriedades que devem ser observadas em sua execução, tais como:

 

  • Aspereza, determinada em função da granulometria da areia utilizada,
  • Poucas Ondulações. O resultado esperado é obtido face ao método de desempeno utilizado e da habilidade e capricho do profissional.
  • Resistência mecânica, decorrente dos materiais utilizados e de suas dosagens. Recomenda-se argamassa com traço de 1:3, respectivamente, para cimento e areia.
  • Quantidade de água da mistura e etapas de execução. A água deve ser a estritamente necessária, nem mais nem menos, e a argamassa deve ser espalhada em pequenas camadas, devidamente adensadas, se a espessura a cobrir for superior a 2 ou 3 centímetros.
  • Capacidade de absorver as movimentações naturais da estrutura.

A observação de algumas características do contrapiso tem fundamental importância na durabilidade do revestimento nele instalado. Por isso, deve-se conhecer inicialmente o local a ser revestido e o estágio de execução da obra. Com isso, será possível orientar ao executor as características necessárias ou realizar a avaliação de um contrapiso já existente.

Como Executar Contra-piso, Passo a Passo!
Agora que já vimos a importância e principais características dos contrapisos, vamos literalmente por a mão na massa, vendo passo-a-passo como fazer um bom contrapiso. A massa do contrapiso deve ser bem seca, parecido como uma farofa. Acompanhe: 

  • Após limpar a base e retirar todos os restos de argamassa, entulho ou qualquer material aderido o primeiro passo é fazer a tranferência de nível com o auxílio de um nível de mangueira (ou nível laser) a partir do nível de referência;
  • Marcar a altura do contrapiso com o auxílio de uma trena;
  • Sobre a superfície limpa, jogar uma mistura de água e adesivo na área onde as taliscas serão executadas;
  • Polvilhar cimento sobre a mistura;
  • Com a ajuda de um vassourão, escovar a massa. Essa mistura serve de ponte de aderência entre a laje e o contrapiso;
  • Colocar a argamassa sobre a superfície;
  • Depois de nivelar a argamassa, colocar a talisca (um pedaço de cerâmica ou madeira);
  • Com auxílio da trena e prevendo o caimento no sentido dos ralos, conforme o projeto, confira a altura do nível do contrapiso. Faça as outras taliscas do local;
  • Com um fio esticado, confira a altura das taliscas;
  • Aplicar sobre toda a base a mistura de aditivo e água;
  • Em seguida, polvilhar cimento sobre toda a base;
  • Com o auxílio do vassourão, escovar toda a área;
  • Jogar a “farofa” do contrapiso;
  • Com a ajuda de uma enxada, preencher os intervalos entre as taliscas, espalhando a argamassa em movimentos contínuos, para que não seque rápido demais;
  • A argamassa deve ser compactada com um soquete de madeira. Esse processo deve ser feito até que a argamassa de contrapiso chegue no nível marcado com o fio;
  • Após compactar a argamassa, sarrafear com movimento de vai-e-vem, apoiando a régua de alumínio nas taliscas;
  • Sarrafear a sobra até que a superfície alcance o nível das faixas em todos os lados da área do contrapiso;
  • Sobre as falhas e pequenos buracos, colocar um pouco de argamassa e nivelar a superfície até ficar totalmente lisa;
  • Desempenar a massa, alisando e dando o acabamento final no trabalho com o auxílio de uma desempenadeira de madeira (ou de alumínio, se necessário);

Esperamos que este artigo tenha contribuído para sanar algumas dúvidas sobre contrapiso.

Confiram nosso site a linha de pisos vinilicos e mantas.

 

Fontes:

Forum da Construção

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