Arquivo de tag associação

porblogartesana

A importância de um Contrapiso bem feito: como identificar?

Por Marketing Artesana

A instalação de pisos vinilicos ou de cerâmica requer muito cuidado na preparação do contrapiso, atualmente as obras requerem grande velocidade e perfeição na sua execução. Há necessidade de várias atividades simultâneas, muitas vezes com dependência entre elas.Para exemplificar, é impossível colocar um acabamento de piso sem que a laje esteja pronta e regularizada com o contrapiso. Este artigo é para demostrar a importância do contrapiso não só para colocação dos pisos vinílicos mas também para assentar cerâmicas e acabamentos à base de madeira e outras fibras, como os carpetes.

Quando o projeto esta em andamento onde definimos cor e tipo de acabamento, muita gente esquece da importância do contrapiso, que é a base para aplicação dos revestimentos.

O contrapiso tem diversas funções dentro do sistema construtivo, dentre as mais importantes, destacam-se:

  • Servir de suporte para o revestimento de piso e seus componentes,
  • Corrigir pequenos desníveis na laje do piso,
  • Resistir às cargas atuantes durante a utilização, sem apresentar rupturas,
  • Embutir tubulações elétricas e hidráulicas,
  • Incorporar sistemas de impermeabilização,
  • Complementar sistemas de isolamento acústico ou térmico,
  • Proporcionar os caimentos necessários para os diversos tipos de uso dos ambientes,

Como deve ser o aspecto de um contrapiso bem feito?

O bom desempenho do contrapíso está diretamente relacionado à algumas características e propriedades que devem ser observadas em sua execução, tais como:

 

  • Aspereza, determinada em função da granulometria da areia utilizada,
  • Poucas Ondulações. O resultado esperado é obtido face ao método de desempeno utilizado e da habilidade e capricho do profissional.
  • Resistência mecânica, decorrente dos materiais utilizados e de suas dosagens. Recomenda-se argamassa com traço de 1:3, respectivamente, para cimento e areia.
  • Quantidade de água da mistura e etapas de execução. A água deve ser a estritamente necessária, nem mais nem menos, e a argamassa deve ser espalhada em pequenas camadas, devidamente adensadas, se a espessura a cobrir for superior a 2 ou 3 centímetros.
  • Capacidade de absorver as movimentações naturais da estrutura.

A observação de algumas características do contrapiso tem fundamental importância na durabilidade do revestimento nele instalado. Por isso, deve-se conhecer inicialmente o local a ser revestido e o estágio de execução da obra. Com isso, será possível orientar ao executor as características necessárias ou realizar a avaliação de um contrapiso já existente.

Como Executar Contra-piso, Passo a Passo!
Agora que já vimos a importância e principais características dos contrapisos, vamos literalmente por a mão na massa, vendo passo-a-passo como fazer um bom contrapiso. A massa do contrapiso deve ser bem seca, parecido como uma farofa. Acompanhe: 

  • Após limpar a base e retirar todos os restos de argamassa, entulho ou qualquer material aderido o primeiro passo é fazer a tranferência de nível com o auxílio de um nível de mangueira (ou nível laser) a partir do nível de referência;
  • Marcar a altura do contrapiso com o auxílio de uma trena;
  • Sobre a superfície limpa, jogar uma mistura de água e adesivo na área onde as taliscas serão executadas;
  • Polvilhar cimento sobre a mistura;
  • Com a ajuda de um vassourão, escovar a massa. Essa mistura serve de ponte de aderência entre a laje e o contrapiso;
  • Colocar a argamassa sobre a superfície;
  • Depois de nivelar a argamassa, colocar a talisca (um pedaço de cerâmica ou madeira);
  • Com auxílio da trena e prevendo o caimento no sentido dos ralos, conforme o projeto, confira a altura do nível do contrapiso. Faça as outras taliscas do local;
  • Com um fio esticado, confira a altura das taliscas;
  • Aplicar sobre toda a base a mistura de aditivo e água;
  • Em seguida, polvilhar cimento sobre toda a base;
  • Com o auxílio do vassourão, escovar toda a área;
  • Jogar a “farofa” do contrapiso;
  • Com a ajuda de uma enxada, preencher os intervalos entre as taliscas, espalhando a argamassa em movimentos contínuos, para que não seque rápido demais;
  • A argamassa deve ser compactada com um soquete de madeira. Esse processo deve ser feito até que a argamassa de contrapiso chegue no nível marcado com o fio;
  • Após compactar a argamassa, sarrafear com movimento de vai-e-vem, apoiando a régua de alumínio nas taliscas;
  • Sarrafear a sobra até que a superfície alcance o nível das faixas em todos os lados da área do contrapiso;
  • Sobre as falhas e pequenos buracos, colocar um pouco de argamassa e nivelar a superfície até ficar totalmente lisa;
  • Desempenar a massa, alisando e dando o acabamento final no trabalho com o auxílio de uma desempenadeira de madeira (ou de alumínio, se necessário);

Esperamos que este artigo tenha contribuído para sanar algumas dúvidas sobre contrapiso.

Confiram nosso site a linha de pisos vinilicos e mantas.

 

Fontes:

Forum da Construção

100 pepinos

 

porblogartesana

Drywall completa 45 anos no mercado brasileiro

Oriundo da chamada Sackett Board, uma chapa composta por três camadas finas de gesso intercaladas com folhas de feltro, apenas mais tarde ganhou a configuração atual com um miolo único. Ao incluir o cartão às placas uma nova característica fora incorporada junto resistência à compressão do gesso, a resistência à tração proporcionada pelo cartão. Assim, o Drywall tornou-se uma solução na substituição ideal para o sistema de madeira, totalmente inflamável, utilizado até então amplamente na construção norte-americana. Evitando que tragédias como o incêndio ocorrido em Chicago, em 1871, cuja área central da cidade fora reduzida a cinzas, deixando pelo menos 300 mortas e mais de 100 mil pessoas desabrigadas.

 

No Brasil

Em 1970 o sistema Drywall enfim chega ao Brasil, trazida pelo médico Roberto de Campos Guimarães, fundador da Gypsum do Nordeste em Petrolina (PE), tornando-a primeira fábrica das chapas de gesso em território nacional. E assim, deu-se origem ao uso do sistema na construção civil brasileira. Inicialmente empregada apenas em paredes internas, o Drywall passou a ser utilizado em várias edificações, como o conjunto habitacional Zezinho Magalhães Prado, construído em Guarulhos, projetado por três expoentes da arquitetura de São Paulo: João Batista Vilanova Artigas, Fábio Penteado e Paulo Mendes da Rocha.

No entanto, os resultados obtidos quantativamente não foram como o esperado, levando a fábrica a enfrentar dificuldades financeiras. Em 1995, os problemas financeiros foram sanados quando o grupo francês Lafarge adquiriu a Gypsum do Nordeste. Em seguida chegaram a BPB Placo (joint-venture anglo-chilena) e a Knauf do Brasil (do grupo alemão Knauf), fechando os anos 2000 com 3 fábricas de chapas e outros componentes para a tecnologia drywall em solo nacional. Diversas mudanças ocorreram no seguimento no início do século 21, a BPB Placo passa a pertencer ao grupo francês Saint-Gobain e a Lafarge Gypsum foi adquirida pelo grupo belga Etex. Mas, foi apenas em 2010 que se inaugurou a primeira fábrica do segmento com capital nacional, a Trevo do Nordeste.

Com a difusão deste novo sistema construtivo, as 3 empresas pioneiras no segmento – Gypsum Drywall (antiga Lafarge Gypsum), a Placo do Brasil (antiga BPB Placo) e a Knauf – sentiram na necessidade de fazer com que o sistema drywall fosse aplicado de acordo com os mesmos rigorosos adotados no exterior, para assegurar a obtenção dos melhores resultados principalmente em termos de desempenho. Assim, surge a Associação Brasileira do Drywall, responsável pela difusão de conhecimento sobre o drywall, atingindo todos os públicos envolvidos no seu uso, como incorporadores, construtores, engenheiros, arquitetos, designers de interiores, montadores do sistema, técnicos em edificações e profissionais de assistência técnica. Hoje, esta associação que reúne não só fabricantes de chapas, mas também dos demais componentes do sistema, passa ser a principal fonte de referência do país quanto aos padrões de qualidade de projeto e de execução dos sistemas drywall utilizados em paredes, revestimentos, forros e mobiliário fixo.

O Drywall ganhou tanta força no país que hoje é única tecnologia construtiva em uso no país coberta por um conjunto tão abrangente de normas, suprindo todas as necessidades básicas do mercado.

porblogartesana

O que é a ProAcústica?

A ProAcústica Associação Brasileira para a Qualidade Acústica é uma entidade sem fins lucrativos que junto a profissionais e empresas, busca alavancar o desenvolvimento da Acústica Aplicada no Brasil.

Foi criada em 2010 por profissionais que viram a necessidade de divulgar a importância da “qualidade acústica” no meio ambiente e nas edificações como fator de saúde pública e bem-estar. Visa promover principalmente o tema acústica a fim de impulsionar as discussões referentes a questões ambientais e habitualidade, colaborar para o desenvolvimento de normas técnicas e a busca contínua de padrões de desempenho buscando a melhor qualidade de vida.

Assim como a PróAcústica, a Artesana apoia esta causa pois entende a importância da normatização, regulamentação e aplicação destas normas técnicas para beneficio da sociedade.

Acesse o site da ProAcústica e saiba mais informações sobre a associação.

porblogartesana

Curso de drywall em São Paulo

Dia 17/05/2012 haverá curso de introdução técnica de projetar em drywall. Curso prático, baseado em exemplos do dia-a-dia, fundamental para quem deseja aproveitar bem as vantagens que o drywall oferece a quem projeta, constrói, mora ou trabalha em ambientes com essa tecnologia.

O curso é EXCLUSIVO aos profissionais arquitetos, engenheiros, designers de interiores e projetistas e tem duração de 5 horas.

A abordagem inicial é teórica seguida da apresentação de exemplos de situações mais frequentes e resolução monitorada de exercícios. Para maior rendimento, as turmas serão limitadas a 15 participantes, que receberão gratuitamente o Manual de Projeto de Sistemas Drywall e o Manual de Montagem de Sistemas Drywall, produzidos em parceria com a Editora Pini.

O curso será ministrado pelo instrutor e consultor técnico da Associação Drywall, Carlos Roberto de Luca na própria sede da Associação Drywall, situada na Rua Jilio Diniz 56 cj.41 na Vila Olímpia em São Paulo .

Inscrições: Associação Drywall